Antes das oito da manhã, e não é nem de perto. Essa única decisão muda mais a visita do que a estação, o clima, o passeio que você reserva ou a câmera que carrega.
A mecânica é simples. Fushimi Inari não tem entrada com horário marcado nem limite de capacidade, então a multidão é regida apenas por quando as pessoas conseguem chegar. Os primeiros ônibus de turismo e os primeiros trens cheios de excursionistas chegam por volta das oito. Às dez, o local está na capacidade máxima na prática, e permanece assim até cerca das três. Entre quatro e seis, os excursionistas vão embora para o jantar. Depois de escurecer, quase não há ninguém.
Então há duas boas janelas, e uma delas é fácil. O início da manhã é a melhor das duas — luz do dia, inscrições legíveis e a opção de subir a montanha — e custa um despertador. O primeiro trem da JR da Estação de Kyoto sai por volta das cinco e meia, o que coloca você sob os portões antes do amanhecer, se quiser isso.
A janela da noite é mais fácil de organizar e quase tão eficaz. Chegue às quatro, suba até Yotsutsuji com luz do dia, desça quando os lampiões acenderem. Duas horas, uma passagem de trem, e você terá visto o santuário sob duas luzes completamente diferentes.